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Moído no Pilão

Moído no Pilão

Moído no Pilão

Moído no Pilão
“Moído no Pilão”

O grupo “Moído no Pilão” nasceu em 2000, numa primeira versão em duo. Laura Campanér se reuniu com acordeonista Luisinho do Acordeom para experimentar a sonoridade da viola caipira com o acordeom. A primeira proposta do “Moído no Pilão.”, foi por à prova os ritmos e danças tipicamente rurais, originalmente tocados pela na viola, o pandeiro e a rabeca.

Logo depois das primeiras apresentações do duo, foi necessário dar mais ênfase ao ritmo e com isso, o baterista e percussionista Leandro Paccagnella foi convidado para integrar o grupo. Já em formato de trio, o grupo atuou por alguns anos com o nome de “Xote, Baião e Cia.”, mudando posteriormente para o “Moído no Pilão”. O trio guinou seu repertório para a música nordestina, em especial a de Luiz Gonzaga, com os ritmos de xote e baião. A “Cia.” ficou por conta da regionalidade que a viola caipira manteve, mesmo passeando por outros repertórios.

O acordeonista Luisinho do Acordeom, solista do trio, trouxe para o grupo sua experiência musical, vinda da participação como acordeonista na banda do cantor Sérgio Reis e de seu conhecimento dos ritmos inerentes ao seu instrumento. Já o baterista Leandro Paccagnella, trouxe a diversidade de estilos musicais que domina, por sua participação em diversas bandas paulistas, entre elas, a banda de música instrumental “Sincrônica”, a banda do cantor Edvaldo Santana, e anteriormente em grupos com Paulinho Le Petit e Vange Milliet.

O “Moído no Pilão” divide seu repertório em música instrumental e cantada. Na versão instrumental, entre os temas de Luiz Gonzaga encontramos a famosa “Asa Branca”, “Qui Nem Jiló” e “Assum Preto”. O regionalismo fica com “Chalana”, “Rio de Lágrimas” e “No Rancho Fundo”, onde a viola predomina. Na versão cantada, com Laura Campanér no vocal e a participação do baixista Nelson Martins, o grupo mescla temas como “Sebastiana”, “Forró no Escuro” e “Só Quero um Xodó”. Quando o grupo se apresenta nesta formação, tem como nome “Matulão: Xote & Cia. do Baião”.

Pelo amadurecimento e interação dos integrantes do trio em todos esses anos de sua atuação, em breve o grupo pretende registrar seu repertório em disco.

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